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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Dentre os praticantes de CrossFit, 73% sofrem algum tipo de lesão, afirma estudo

Apesar da popularidade do CrossFit, de acordo com um estudo divulgado pela revista científica Journal of Strength and Conditioning Research Publish Ahead of Print , 73% dos que praticantes sofreram algum tipo de lesão e, destes, 7% precisam de intervenção cirúrgica.


Dentre os praticantes de CrossFit, 73% sofrem algum tipo de lesão, afirma estudo.
O CrossFit, modalidade de atividade física baseada em ‘superar os próprios limites’, ganha novos adeptos a cada dia, em todos os lugares do país. 
Criado nos Estados Unidos para treinar soldados do exército, policiais e bombeiros, a prática tornou-se popular e já possui torneio próprio nas terras do Tio Sam desde 2007.
Apesar da popularidade, no entanto, de acordo com um estudo divulgado pela revista científica Journal of Strength and Conditioning Research Publish Ahead of Print , 73% dos que praticam Crossfit sofreram algum tipo de lesão e, destes, 7% precisam de intervenção cirúrgica. Foram avaliados 132 praticantes.
O estudo ainda calcula uma média de 3,1 lesões a cada mil horas treinadas, e afirma que são os mesmos índices dos atletas de levantamento de peso olímpico e ginástica olímpica, mas são menores que os de jogadores de rugby, por exemplo.
Segundo o fisioterapeuta André Nogueira, sócio-fundador da club físio (SP), para o início de qualquer atividade esportiva, a pessoa deve passar por uma avaliação para que o especialista possa quantificar e enquadrá-la adequadamente dentro da modalidade: “O CrossFit é muito interessante, principalmente para quem acha a musculação monótona. Porém, o grande problema para quem não tem um condicionamento básico, é que os treinos muitas vezes exigem mais da pessoa do que realmente ela conseguiria suportar, tornando-se uma atividade com grande potencial lesivo”.
A consequência do excesso de atividade física, sem acompanhamento de um profissional, são lesões principalmente nos joelhos, coluna e ombros. 
Vários dos exercícios exigem que o aluno erga rapidamente o braço carregando uma grande quantidade de peso: “Esse tipo de movimento causa estresse nas articulações e, feito de maneira incorreta, pode gerar lesões articulares, musculares e em casos extremos até rompimento de tendões”, conta Gustavo Lacreta, fisioterapeuta especializado em esportes.
As lesões no joelho estão muito mais associadas à prática incorreta dos exercícios e sua repetição. O agachamento, por exemplo, é praticado no CrossFit com aumento de angulação, ou seja, o aluno precisa descer até quase o chão e voltar.
 Isso, segundo André Nogueira, pode causar sobrecarga na articulação do joelho. “Quando você passa de uma angulação acima de 60°, aumenta a sobrecarga da articulação patelofemoral – entre a patela e o fêmur, causando desgaste da cartilagem e a longo prazo pode gerar uma artrose”, explica.
Na coluna, a carga excessiva de peso associada a uma postura errada nos exercícios é fatal: “Movimentos errados podem acarretar dores na coluna, em hérnias de disco e até em cirurgia”, revela Lacreta.
Os fisioterapeutas, no entanto, não desaconselham a prática do esporte: “É preciso, além de uma avaliação adequada feita por um profissional da saúde, moderar a intensidade, o peso e o número de repetições. Independentemente se a pessoa está começando agora ou se já faz há muito tempo, o CrossFit provoca muita intensidade”, explica Nogueira.
Se a lesão já aconteceu, o aconselhável é interromper a prática da atividade e procurar uma clínica de fisioterapia. Em média, os tratamentos variam de 4 a 8 semanas dependendo da gravidade da lesão.
Treinos
Os treinos de CrossFit duram em média uma hora e são divididos em quatro fases:

 Aquecimento (warm up)

Skill (parte técnica)

 Wod (workout of the Day – atividade do dia ou missão)


 e Alongamento.

Durante este tempo, dez capacidades físicas diferentes são trabalhadas. 
São elas:
  •  Resistência muscular
  • Resistência respiratória
  • Flexibilidade
  • Agilidade
  • Equilíbrio
  • Velocidade
  • Potência
  • Força
  • Coordenação motora
  • Precisão.

Durante o aquecimento, são estabelecidos cinco rounds (atividades diferentes) que devem ser feitas em um determinado período de tempo, o maior número de vezes possível.
Já no wod (ou missão), o aluno tem que praticar um número certo de exercícios no menor período de tempo possível.
Os exercícios são variados, como corrida, levantamento de peso, air squat (a pessoa pula sobre uma plataforma e agacha ali) e diversos outros

Principais Exercícios:



Tem público para todo tipo de atividade física, respire fundo, encha se coragem e...

VAI ENCARAR??!!

sábado, 3 de maio de 2014

Pilates com frequencímetro ajuda na perda de peso e ainda previne lesões


Aparelho ajuda a orientar o treinamento de acordo com cada objetivo, além de ajudar a evitar a fadiga e melhorar a resposta do treino.

O frequencímetro é muito utilizado no Pilates. Isso porque o aparelho ajuda a controlar melhor o desempenho do aluno, além de facilitar, inclusive, no processo de emagrecimento. “O foco principal da nossa técnica é desenvolver as capacidades físicas como força, resistência e flexibilidade.”, explica Roberto Soares, instrutor e Professor de Pós-Graduação em Pilates da UniDumont/Cinesio Cursos.

O grande diferencial deste método é que ele utiliza movimentos biomecânicos eficientes, controla a intensidade da intervenção por meio do controle contínuo da frequência cardíaca e controla as diversas formas de intervenções. “Com isso, temos uma garantia de alcançar um determinado objetivo a um prazo mais curto com movimentos mais seguros.”, explica Soares.

Frequencímetro é indicado para alunos que almejam melhorar qualidade de vida

Por ser feito com esse acompanhamento, ele ainda previne lesões e ajuda a melhorar a postura. “Os alunos ficam extremamente satisfeitos, pois com esse método eles fazem Pilates de forma eficiente, sem se cansar e ainda atingem rapidamente os objetivos propostos pela avaliação e prescrição mensais”, conta Thatyana Mota, da Cinesios Cursos.

Para pessoas acima do peso, a atividade é ideal. “O uso do frequencímetro vai muito além da frequência cardíaca. O melhor de tudo é que ele ajuda a prevenir lesões, desalinhos posturais e outras complicações, pois antes mesmo dos sinais serem visíveis a olho nu, o monitor já mostra que isso pode acontecer pela oscilação da frequência”, explica Thatyana.

Além de prevenir lesões, o exercício é indicado também para ajudar a melhorar as que já existem. “Essa abordagem adota movimentos anátomo-funcionais, que são biomecanicamente corretos, com engramas neuromotores pré-estabelecidos. Então, se eu faço um movimento correto, há uma maior relação neuromuscular e proprioceptiva. Em casos de lesões, os praticantes serão beneficiados com uma melhora ainda mais rápida. E os que não têm lesões serão igualmente beneficiados na prevenção.”, afirma Dr. Roberto.

E assim como em qualquer atividade física, se for feita de maneira correta, o gasto calórico também é considerável. “Como qualquer atividade física, os exercícios de pilates gastam energia em forma de calorias. Essas calorias normalmente são oriundas da gordura em sua maior quantidade, e do próprio músculo em forma de glicogênio muscular, em uma menor quantidade. Então, tudo dependerá do controle da intensidade da aula, ou seja, uma aula que mostra ter uma média de frequência cardíaca entre 65% e 75%, pode gerar emagrecimento”, complementa o instrutor.

Por Jornalismo Portal EF

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Treino funcional desenvolve força, equilíbrio, flexibilidade e resistência

   A ciência do treinamento é uma área do conhecimento científico em constante evolução.  
Este processo de evolução teve uma grande aceleração a partir da década de 70, quando teve início a difusão do conceito do treinamento aeróbico, que desencadeou a conscientização da importância da atividade física para promoção de saúde.

Nas últimas décadas várias metodologias de treinamento ganharam espaço, procurando adequar o conceito de exercício físico às necessidades individuais, tanto para melhora de rendimento esportivo, quanto para promoção de saúde.

O desafio maior tem sido atender à especificidade do gesto motor, ou seja, contemplar a natureza da execução do movimento e ao mesmo tempo promover os benefícios que os exercícios devem trazer. 
Esta é a proposta básica do conceito de treino funcional, que constitui um modelo que ganha cada vez mais adeptos.
 No Brasil, o professor Luciano D’Elia foi, sem dúvida, o maior difusor deste conceito.

No funcional, a proposta é desenvolver as diferentes qualidades físicas como equilíbrio, flexibilidade, força e resistência através de exercícios que reproduzem movimentos associados com a prática de determinadas modalidades esportivas ou mesmo relacionados às atividades laborais.
Nele, o peso do corpo também é utilizado como sobrecarga para os exercícios e são realizados padrões de movimentos em vez de simplesmente movimentos com grupos musculares localizados.

Existem alguns equipamentos que surgiram com o objetivo de implementar o conceito do treinamento funcional. 
A proposta tem sido sempre de evoluir a metodologia utilizada, agregando recursos que proporcionem a graduação de resistência aos movimentos específicos.

Um desses equipamentos é uma plataforma adaptada a cordas elásticas que podem ser ajustadas aos segmentos corporais, possibilitando oferecer resistência aos mais variados gestos motores. 
O uso destes equipamentos proporciona cada vez mais a utilização do conceito do treino funcional para um universo maior de pessoas, incluindo idosos, crianças e atletas de alto rendimento.


Matéria publicada pelo site Globo.com

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O exercício CORE

Provavelmente muitos já ouviram falar a respeito do exercício CORE. 
Mas o que ele significa e para que serve?

Esse nome estranho nada mais é que um conjunto de músculos que ajudam a “segurar”, a estabilizar a região do quadril, mais especificamente o abdômen e a coluna lombar.

O core é o centro, e se esse centro estiver fraco a periferia (braços e pernas) sofrerá também. Este centro produz força, gera estabilidade e mantêm o alinhamento do corpo durante um movimento.

O core deve ser treinado porque os músculos do tronco estabilizam a coluna vertebral, desde a pélvis até pescoço e ombros.
 Eles permitem transferir movimentos potentes dos braços e pernas, de maneira que os movimentos poderosos têm origem no centro do corpo, e nunca apenas dos membros sozinhos, gerando potência para os movimentos esportivos, protegendo a coluna contra as forças anormais, absorvendo impactos.

Porque o CORE deve ser fortalecido: 

• Melhora da postura

• Diminuição da incidência de lesão

• Melhora do desempenho atlético

• Estabilidade articular, principalmente da coluna vertebral

• Aumento da eficiência dos movimentos

• Melhora do equilíbrio estático e dinâmico

• Melhora da força, coordenação motora

Alguns exercícios que ajudam a fortalecer o CORE: 

Abdominal: pode ser realizado com uma bola ou no solo. Devemos prestar atenção em não compensar o trabalho do abdominal com movimentos do pescoço. O uso da bola dificulta um pouco o exercício porque gera instabilidade ao corpo.

Dorsais: Com os antebraços apoiados no chão mantenha o corpo como se fosse uma prancha por alguns segundos e descanse. Deitado de lado e com o antebraço apoiado no chão, eleve o quadril e mantenha por alguns segundos.

Os dorsais podem ser fortalecidos também com a bola. Quanto mais próximo dos pés a bola estiver, mais difícil fica o exercício.

Para aumentar ainda mais o nível de dificuldade deste exercício, faça movimento com as pernas de flexão-extensão levando os joelhos em direção ao peito e volte para a posição inicial.

Durante a realização dos exercícios de fortalecimento, pense sempre em manter o abdômen contraído, como se o umbigo estivesse colado nas costas.


Matéria publicada pelo site WS Runner

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Treinamento funcional


Treinamento Funcional


O segredo está no equilíbrio.


O treinamento funcional trabalha grande parte dos músculos do corpo num único exercício, queima muitas calorias e desenvolve a coordenação motora.

Algumas das maiores habilidades exploradas pelo treinamento funcional são o equilíbrio e a concentração.




PEITORAIS

Normalmente, os exercícios no Crossover trabalham apenas os peitorais.

Ao fazer o exercício com a bola, para se equilibrar de joelhos sobre ela o aluno tem de contrair o abdome, os glúteos e, sobretudo, a musculatura interna das coxas.
Para os iniciantes, a posição ideal sobre a bola é a sentada, que tem grau de dificuldade menor.
O caminho das imensas bolas de vinil rumo às academias começou a ser trilhado em meados da década de 90.
Utilizadas originalmente por fisioterapeutas na recuperação de vítimas de lesões musculares e articulares, elas foram incorporadas primeiro às aulas de alongamento.
Em seguida, passaram a ser usadas nas aulas mais leves de ginástica localizada.
Agora, estão nas salas de musculação.
A definição muscular feita com bolas é chamada de treinamento funcional.





Um único exercício é capaz de trabalhar a maioria dos músculos do corpo.
Não importa o grupo que se priorize, cada série de movimentos sobre a bola mobiliza 70% de toda a musculatura.
E mais: 45 minutos de treinamento funcional queimam, em média, 50% mais calorias do que uma sessão de musculação nos moldes tradicionais.
O treino fica mais puxado por causa do esforço que o aluno tem de fazer para se equilibrar sobre a bola.
Esse tipo de exercício desenvolve ainda a coordenação motora, a postura e, obviamente, o equilíbrio.


TRÍCEPS

Os tradicionais exercícios de flexão trabalham principalmente os tríceps. Quando feitos na bola, eles exigem muito também do abdomen.
Com as mãos apoiadas no chão , a flexão fica mais fácil.
Ainda assim, obriga o aluno a contrair as coxas, os glúteos e a musculatura lombar.
Com as mãos apoiadas na bola, o exercício requer mais equilíbrio, o que aumenta o trabalho de todos os músculos do corpo.

EQUILÍBRIO

Quanto menor o contato do corpo com a bola, maior o grau de dificuldade do exercício.
Primeiro, os alunos aprendem a sentar-se na bola.
Depois, sentam-se sem colocar os pés no chão.
O processo segue até que eles consigam chegar à posição (dificílima) da foto, em que apenas uma mão e a parte inferior de uma perna estão apoiadas na bola.


No treinamento funcional, a flexão, por exemplo, deixa de ser apenas um exercício para desenvolver os tríceps e os peitorais.
Com as mãos apoiadas na bola em vez de firmadas no chão, o aluno tem de manter o corpo inteiro contraído, especialmente o abdome.
Do contrário, a bola zanza de um lado para outro.
Criado nos Estados Unidos, o treinamento funcional foi desenvolvido inicialmente para a preparação de atletas profissionais.
Ele é muito utilizado, por exemplo, pela equipe americana de basquete Chicago Bulls e por vários pilotos de Fórmula 1.
Para cumprir todas as etapas, é preciso ter paciência.
Primeiro, o aluno aprende a sentar-se na bola.
Depois, a permanecer nessa posição sem encostar os pés no chão.
O outro passo é ficar de joelhos.
O processo segue até que ele consiga realizar posições complicadíssimas, como aquela em que se faz levantamento de peso, de pé sobre a bola.
Além das bolas, o treinamento funcional lança mão de outros acessórios, como rampas e extensores de borracha.





COXAS


No exercício de agachamento, a instabilidade gerada pela plataforma faz com que os alunos trabalhem, além da musculatura das coxas, a da região lombar e de outras partes do corpo, como os glúteos.

Além disso, para se manter em cima da rampa, é preciso contrair o abdome.
O agachamento sobre rampas desenvolve ainda a concentração e a coordenação motora.



PERNAS


Do modo tradicional, o agachamento trabalha sobretudo a coxa da perna que está à frente.
Na execução do exercício com a bola, a perna de trás também é trabalhada.
Para que a bola não "dance", pé, panturrilha e joelho têm de estar contraídos.
Como a perna que está à frente precisa equilibrar o corpo inteiro, ela é mais trabalhada no agachamento com bola do que no exercício tradicional



ABDOMEN
Diferentemente do abdominal tradicional, o que é feito sobre a bola não condiciona apenas os músculos abdominais.


Ele também trabalha as coxas e os glúteos.
Além de exigir um esforço maior de todo o corpo, a bola protege a lombar de lesões muito freqüentes nos abdominais feitos no chão.
O exercício destina-se ao condicionamento dos músculos inferiores e superiores do abdomem.

Exercício Funcional Suspenso
Baseado no treinamento funcional, o equipamento que desafia a lei da gravidade, pois é possível trabalhar com o corpo, parcial ou totalmente suspenso na execução dos movimentos.
Seu uso proporciona ganhos de força, equilíbrio e flexibilidade em um mesmo treino, além de ser divertido, rápido e eficiente.
São fitas de náilon reguláveis com manoplas para as mãos e apoios para os pés que permitem que você realize diversos exercícios e trabalhe todos os músculos do corpo.

Objetivos e benefícios :

  • Melhora da coordenação motora;

  • Previne e reabilita lesões;

  • Preparação básica para demais atividades;

  • Grande gasto energético (cerca de 350 cal em 30 minutos de atividade).




Qual seu objetivo com a prática da musculação?